Chaos resolves that which order defiles. Worthless lives are ordered blind. I am an agent of chaos. You will see things my way, and you will find life so much easier as you set aside melodramatic and irrelevant notions of right and wrong. I promise.
Ah, well, then, I suppose that I shall have to die beyond my means.
Wednesday, August 19, 2009
Gravity.
Thursday, August 13, 2009
Joaninhas
O curioso agora é: Chegado a casa de Óbidos, completamente fora do normal, 1ª jornal que leio é o Record, e abaixo de uma foto do Liedson está:

No dia a seguir, tem a Aninha como avatar:

E ainda mais curioso é que apesar das coincidências que me reforçam uma certa convicção, a segunda parte da mensagem do nick dela é completamente o oposto. Pormenores.
Terceiro. Road trip, segundo dia. A Mara está com uma shirt com uma joaninha.
Quarto. Hoje. A Tânia tinha uma joaninha em cima do lavatório da casa de banho.
EDIT: 15 Agosto, Joaninha no wallpaper do PC do José.
Mas que raio de história é esta com as joaninhas?
Tuesday, July 21, 2009
Cruciform
Abri e fechei os bancos traseiros várias vezes sem já saber o que fazer, até que reparo que tenho... uma avelã em plástico com sensivelmente o tamanho de uma real, ou talvez apenas ligeiramente maior, com um crucifixo lá dentro. Um pouco bizarro, mas pouco depois o problema da bagageira lá se resolveu.
Passei as últimas semanas a dizer que o caos estava forte. Muito forte mesmo. O carro funcionou logo. Cruzes mistério não são inéditas, apesar de para mim o serem. E até trouxe a pulseira em cabedal, nem sei bem porquê (claro que sei, e este evento em conjunto deixou-me feliz). E depois do que li, sobre o que o Padre Hoyt e o verdadeiro fim de Duré em Hyperion, eu vejo isto como o caminho.
No entanto, nunca percebi bem qual a noção da Joana e os seus infindáveis achados cruciformes, e quanto ao padre Duré (SPOILER ALERT) acabamos nós por descobrir que, após ter adquirido uma maneira de renascer em caso de morte, ele descobre por sua vez que uma quantidade em excesso de dor poderia fazer recessar o processo de ressuscitação. A solução? Auto-crucificação numa árvore geradora de electricidade, fritando-o, mas, ao contrario do que esperava, não o suficiente para eliminar o método de ressuscitação. Foi encontrado 7 anos depois, sem pele, cego e com grande parte do corpo igualmente corrompido, num estado de perpetua regeneração e como tal de enorme sofrimento.
Prefiro não tirar conclusões e deixar-me pelos sinais.
E o crucifixo no carro? Onde me vai levar amanhã?
E as 4 horas de sono agora?
E eu não ter sono?
E o café amanhã?
Tem sido uma semana de caos e revelação. As minhas convicções provam-se uma vez mais.
Quarta poderei reflectir mas sobre os últimos dias.
Monday, May 11, 2009
Finalmente!
I thought I was lost, but finally, after more than a month, I am in touch with chaos again. =)
Sunday, November 09, 2008
My directives must be reaccessed
Não foi.
Pior, não foi não por algo importante, ou pelo menos foi o que me foi dito, mas devido a algo trivial. Isto que tanto ansiei ficou por água por uma questão banal. Não há palavras para descrever o quão desapontado estou com o dia de ontem.
Wednesday, October 29, 2008
Monday, October 27, 2008
Aquele que carrega a luz.
Existe uma ligação irrefutável entre o ser e o universo. Esta ligação manifesta-se através dos sentidos e das emoções; sempre que alguém é tocada, ao ver algo excepcional ou através de amor por outro, essa emoção cria uma ligação com o universo. A experimentação de emoções confirmam a sua existência, e se ele existe, então também deve existir o universo que lhe deu tal sentimento. Daqui, ele pode agir sobre o universo, causando alterações de forma a criar sensações a outros.
É portanto essencial procurar a perfeição dentro dele próprio, uma prática activa de virtude, e dessa forma procurar fazer do mundo algo melhor sendo verdadeiro ás suas próprias emoções.
Para reconhecer esta ligação é necessário desenvolver a benevolência, quer no interior como no exterior. Experienciar a glória e beleza do mundo irá por sua vez interligar-se com a beleza e gloria dentro da sua alma. Por outro lado, abraçar a ganância, o desespero e a infelicidade apenas escurece o universo.
Falamos da glória do universo reflectida sobre a alma e por sua vez reflectida sobre si mesma.
O respeito é uma das virtudes a seguir. Se ele sabe que está ligado ao universo, tem também de ver que existe uma ligação entre os outros e o universo. Destruir a felicidade de outrem e dificultar a sua ligação com o universo não serve o bem estar do mundo e, portanto, nem o seu. Não pode existir, porém, ingenuidade. A dúvida, o conflito, a guerra e o sofrimento acontecem, mas deve esforçar-se para tornar o universo melhor apesar de estas dificuldades.
A tenacidade é fundamental. Ao se aperceber da sua ligação com o universo, ele apercebe-se de que a sua luta é constante até ao último dos seus dias. O mundo é muito maior que a de uma só alma, e enquanto o mundo pode mudar uma alma num dia, leva muito mais alterar o mundo. Apenas através da tenacidade se pode esperar afectar o universo. Se há aquele que sente que é uma missão impossível, existe também aquele que tem no seu coração a ideia de que existe realmente uma ligação entre si e o universo, e um não pode senão afectar o outro.
A compaixão é a ligação entre o ser e os outros. Mesmo que a sua ligação seja forte, é apenas uma. Ao servir outros para aumentar a sua felicidade, a sua ligação com o universo por sua vez também irá aumentar. E a felicidade que recebe por ajudar alguém também o fortalece directamente, e ao universo. A compaixão é a virtude mais poderosa, mas é também a mais perigosa. Compaixão em demasia e pode-se estar a ajudar quando não é necessária ajuda, ou mesmo desejada. Esse erro pode reduzir o crescimento e a felicidade. Fazendo mais mal do que bem, está-se a aumentar o sofrimento e infelicidade do mundo.
Essa ligação passa, obviamente, pelo reconhecimento do fluxo do caos e o seu abraço. Só depois da sua aceitação faz sentido a ligação ao universo. Digo obviamente, pressupondo que o leitor me acompanhou nas dissertações sobre o caos.
Friday, March 30, 2007
A pesada mão do destino.
Após profunda reflexão sobre o que referi no meu anterior texto, começo a traçar conexões entre certas coisas que dou como garantidas mas incompreendidas pelo meu ser.
Refiro-me, neste caso, ao meu conceito de destino. Eu não acredito no destino, mas acredito numa ligação entre eventos dispersos, evidenciada pelo acontecimento de situações que avalio como bastante improváveis, em massa e regularmente. Retiro a importância aos menos improváveis devido à sua facilidade de origem derivada de uma qualquer paranóia. Se nunca repararam no que me refiro, vejam à vossa volta e aí pensem no assunto. (Vejam, não procurem. Procurar e encontrar é (ainda) mais provavelmente paranóia.)
A meu ver, o destino como um caminho certo de progressivos eventos não existe. Nós, como qualquer ser consciente, somos mestres do nosso destino. (E, claro, afirmo isto com noção que pode ser a nossa, minha, consciência e arrogância a determinar uma diferença. Mas se ela existe, é lógica e faz todo o sentido.) No entanto, há o que eu determino como destino, que é o caminho mais provável para uma série de eventos - ou seja, a realidade tende um curso (que posso denominar como) normal. Na sua consciência, um ser altera esse rumo, ideal à natureza, tornando-o ideal para si mesmo. Afinal, não passa a noção de consciência precisamente por isso?
Através de real inacção (específico "real", pois a inacção pode ser um tipo de acção por si) ou de acções tomadas de acordo com essa inclinação intrínseca à realidade para assumir um dado curso, acabamos por nos aproximarmos desse fluxo original de eventos (imaginemos um atalho, ou mesmo um percurso mais longo numa mesma corrida).
Por agora já deve ser compreensível a ligação ao texto precedente e como eventualmente me veio fazer relacionar pontos. Algo que se aprende em física é que no funcionamento do universo existem mais coisas com um funcionamento igual ou muito semelhante a um outro mais simples (matematicamente através de fórmulas iguais, com variáveis diferentes e/ou constantes adicionais, mas funcionalmente semelhantes) do que poderíamos inicialmente imaginar. Uma outra realidade na física é a disposição de todo um qualquer sistema para o equilíbrio. Einstein dizia que Deus não brincava aos dados com o universo e, independentemente da existência dum criador ou não, a verdade é que deve de haver uma qualquer lógica por de trás de tudo, por mais incompreensível ou ilógica que nos pareça.
Talvez se deva reavaliar a noção de caos. Vejamos o dicionário (neste caso o Encarta On-Line):
1. disorder: a state of complete disorder and confusion
(desordem: um estado de completa desordem e confusão)
2. cosmology earliest condition of universe: the unbounded space and formless matter supposed to have existed before the creation of the universe
(cosmologicamente a primeira condição do universo: o espaço livre e a matéria sem forma que supostamente existiu precedente à criação do universo)
3. physics apparent disorder: the unpredictability inherent in a system such as the weather, in which apparently random changes occur as a result of the system's extreme sensitivity to small differences in initial conditions
(aparente desordem física: a imprevisibilidade inerente num sistema tal como o tempo (metereológico), em que mudanças aleatórias aparentemente acontecem como resultado da extrema sensibilidade do sistema a pequenas diferenças ás condições iniciais)
Um estado de desordem e confusão. Espaço livre e sem forma. Imprevisibilidade num sistema derivado a alterações impostas.
A ordem e desordem são conceitos criados e impostos pelo homem e como tal devem ser interpretados de forma menos radical do que o suposto. Sim, pode-se interpretar o caos como desordem, pressupondo que a ordem é o reflexo de um esforço consciente. Isto confirma precisamente que a natureza tende para o caos. Prefiro, portanto, interpretar o caos não como um caso de desordem, mas de falta de ordem. Enquanto que a ordem é subjectiva à consciência, o caos simplesmente é, existe. Não podemos discutir, compreender ou avaliar algo sobre padrões humanos quando não fomos nós a criar o conceito e, como tal, temos de por de parte todas as nossas bases. Num aparte, é daí que vem a aversão ao caos, envolve trabalho para ser contrariado. (Na nossa arrogância queremos que as coisas sejam como desejamos.)
Um espaço livre e sem forma. A liberdade e, até um certo ponto, a forma, são também conceitos humanos e, como tal, se o universo era então ainda o é. Nós é que o definimos e, tal como a forma, a sua ordem e desordem é apenas atribuída por nós. É então irrelevante para o argumento.
Finalmente o mais importante e intuitivo, e simultaneamente o menos óbvio. O sistema é imprevisível (chamemos-lhe Destino), e é facilmente modificado devido a alterações impostas (chamemos-lhe Acções). As acções conscientes são o que desviam o percurso do sistema. O que é aparentemente incompreensível é que o sistema não é totalmente aleatório, mas que na realidade tende para o caos. Tende para o equilíbrio. O caos é precisamente o ponto de equilíbrio de toda a realidade.
Tudo isto é algo que, parece-me, todos temos uma certa noção, mas ou nos recusamos a aceitar ou devido a outras teorias a deixamos imediatamente para trás, sem nunca termos realmente pensado nela. Nós sabemos que o caos é imprevisível e sabemos que pode ser alterado, só não o relacionamos com outros eventos. O nosso destino é o caos e é alterado pelas nossas acções, mas ele está lá - é só verem à vossa volta.
Saturday, March 24, 2007
Is the Infinitely Green of today a Big Plane one (1) ?
There is no order in the universe. We try to impose order upon an obviously chaotic nature. There is no system, no pattern, no law and no structure. It is obvious that order is merely an illusion.
A look at the world around you should be clear evidence of that fact. In the instant that you stop fighting the chaos, everything returns to it and as such you should cease to fight and merely admire the beauty of its constructs, fleeting though they may be.
As for the the answer to the universe, truth lies in chaos as well. After all, chaos is the natural state of the universe, so the only way to truly get a glimpse on the Big Meaning is to become one with the chaos, and let it guide you.
